segunda-feira, 23 de abril de 2018

PRÊMIO MOSQUITÃO - 10 ANOS DE CINE MOSQUITO


São 10 anos de cineclubismo em Cabo Frio, o cineclube mais antigo da cidade e o único que nunca parou, durante 10 anos consecutivos. Até o final de 2018 chegaremos a 100 exibições, e, para comemorar esta vitória criamos uma relíquia especial, para entregar aos cineastas, realizadores, empresários e artistas, que nunca nos deixaram na mão. Enviaram seus filmes, foram assistir, acompanharam nossa história pelo blog e facebook. 
Pois bem, agora é a hora da gratidão. Vem aí o PRÊMIO MOSQUITÃO 2018.
Veja a lista dos filmes escolhidos que irão concorrer em diversas categorias. Em breve vamos revelar as indicações em que cada filme vai concorrer. Preparem os corações para o primeiro prêmio de cinema totalmente independente, de Cabo Frio e região.

Lista de filmes escolhidas pela curadoria do Cine Mosquito .


A ARQUITETURA ONÍRICA DE GABRIEL: Ralph Bravo

A CARTOLA: Rafael Macial, Sylvia Nogueira, Pablo Lista, Thaís Terra e Rodolfo Magno

A HORA DO CHAPÉU: Estúdio Lâmina

A MULHER E SUA ARTE: Cristina Flória.

A ÚLTIMA REUNIÃO DANÇANTE: Gilberto Perin

ATAFONA, PONTAL, GRUSSAÍ: - Artur Gomes

BOLADÃO NA MADRUGA CAP 17:  André García

BURUNGA, O HOMEM DA MULHER DE PAU: Oscar Ferreira

CONCERTO PARA CAVALOS: Gabriel Gomes

CHUVA DE QUINTAL: Kéren-Hapuk e Manuela Ellon

CICLO: Débora Diniz e Lucas Alves

CONTRATO DE AMOR: Camilo Rodríguez, David González, Leonor Giménez e Thais Fernandez

CORPUS: Nathália Parga

DEBORAH QUALQUER - DESCULPEM AS OBRAS ESTAMOS EM TRANSTORNO: Bárbara Vento

DE ONTEM - Marcelo Tannure

DEPOIS DA PONTE: Ravi Arrabal e Filipe Henriques

DESCONSTRUÇÃO: Renata Prado

DOSE LETAL: Criso

ERRO MÉDICO: Herbert Salles de Souza

ENTRE CASAIS: Will Alvez

EPITÁFIO: Gabriel Grego e Rodrigo Couto.

ENGOLE COSPE ERVILHA - Marão Filmes

EFEITO CASIMIRO: Clarice Saliby

ESSA TERRA É NOSSA: Divino Tserewhahú

FASCINAÇÃO: Whorton Marenga

GUARANI MBYA: Vladimir Santafé.

ISÁLIA: Marcelo Tosta

JONAS E LISA: Daniel Schorr

JULIETA DE BICICLETA:  Marcos Flávio Inke

LAÇOS PERVERSOS: Rodrigo Cintra

LINCOLN SAMARINA - Um Dia na Vida: André Garcia

LUTHIER DO PVC: Marcos Homem

MAIS UMA NOVA ESPERANÇA: Lucas Rocha

METAMORFOSE CIRCENSE: Fernanda Rigon

MERGULHO: Thuany Motta

MINHA CARA: Azul Casu

MISSÃO ESTELAR: Raphaela Telles

MODEL TOWN: Laímir Fano

NÃO CUSTA TENTAR - Lucas Piero Marques

NÃO RECOMENDADO PELA SOCIEDADE: Daniel Arm e Lucas Fidelis

NÔVA: Cris Ventura

O DESESPERO DE SOPHIE: Claudia Mury

O MOVIMENTO DO SILÊNCIO: Karime Ribeiro, Miguel Lima e Pedro Ruback

O ESPAÇO ENTRE NÓS: Marc S. Nollkaemper

O FLORISTA: Filipi Silveira

OS OPOSTOS SE ATRAEM: Jean Monteiro

O TRABALHO DOS HOMENS: Fernando Bonassi

O TRADUTOR: Grace Iwashita

O ÚNICO ASSASSINATO DE NONATO: Fernada Rigon, Fernanda Mello, Stpahne Frediman, Lívia Tardelli e Daniel João Araújo

PIETRA: Gabriela Conde

PIRAPORA: Charles Bicalho

QUEIMADO: Igor Barradas

QUILOMBO: Cristina Ortega e Fred Furtado

4UATRO: Rodrigo Sena

REIS DO SAGRADO: Lucas Muller

RUBI: Mario Sales

RUGIDOS UTERINOS: Sol Ahumada

SARA: Matheus Abreu

SATORI USO: Rodrigo Grota

SE ESSA RUA: A La Fonseca

SÓ DE OLHAR: Dio Cavalcanti

SOMBRAS DO TEMPO: Edson Ferreira

TODA ÁGUA: Roney Freitas

333:  Bruno Martins

UMA VIDA NORMAL: Marcello Pegado

20 AÑOS: Bárbaro Joel Ortiz

VIVER: Victor Duarte

XUPAPOYÑAG: Isael Maxacali


Clique para visualizar o troféu em vários ângulos e divirta-se. Aproveite para curtir nossa página!

Nelson Pereira dos Santos: O adeus de um cineasta!

Nelson Pereira dos Santos - 1928 + 2018
Viver a experiência de conhecer o cinema nacional foi, para mim, um grade exercício de identidade e, se tem cineasta que a gente pode dizer que é brasileiro de verdade, este cara foi/e, o monumental Nelson Pereira dos Santos. Acho que assisti quase toda a sua obra, ainda mais hoje em dia. Mas, sem dúvida, que um filme que me marcou muito, foi "A Terceira Margem do Rio", a partir da obra de Guimarães Rosa e que, faz uma reflexão profunda sobre a mística e a simplicidade do povo brasileiro. 
Nelson Pereira dos Santos, morreu no dia em que o Brasil foi descoberto por Cabral. Mas Nelson foi o nosso "Cabral" e sua caravela era a câmera cinematográfica que procurava ventos que o levasse, cada vez mais, pra dentro do Brasil. Sempre com um olhar crítico.
Evoé, grande cineasta do Cinema Novo. Manda um abraço para Glauber Rocha

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Encontro com Tchello d' Barros.

Tchello é um dos mais influentes artistas brasileiros, hoje, sua influência abrange o fazer, o criar. Este guru da arte vem se articulando a mais de 3 décadas, desde suas viagens intermitentes, pelo mundo exterior, com mais de 20 países e praticamente todas as grandes capitais brasileiras, além de centenas de cidades do interior do país, percorridos; e interior, sua busca obcecada por um fazer artístico que une dionísos e apolo num mesmo caldo fluido de criação. 
Sua obra pode ser sentida na poesia textual e visual, no campo cênico ele viaja pela ceara do fazer cinematográfico e do roteiro e agora, busca, também, o mundo da dramaturgia teatral. 
Tchello é um mestre da comunicação, das boas relações, um exemplo de artista que faz um voo radical em direção a seus objetivos e à construção de sua obra. Um nômade contemporâneo que fez do mundo, sua casa sem jamais perder o contato com suas origens, em Blumenau - SC, cidade onde nasceu e cresceu.
Num encontro com ele, a curadoria do Cine Mosquito, pediu para que aceitasse fazer uma foto promocional do nosso troféu. O resultado foram diversas fotos, todas bem irreverentes e apaixonadas, a entrega da premiação, prevista para novembro de 2018, ganhou um grande aliado artístico para a divulgação de um prêmio muito importante para o cineclubismo brasileiro. 
São 10 anos de Cine Mosquito, desde 2008, estamos, agora, inaugurando uma nova faze, a de reconhecer, ainda que modestamente, o empenho e dedicação dos cineastas que sempre colaboraram com nosso Cine Clube e entendem a profundidade e valor de nossa proposta artística e cultural não só para a cidade de Cabo Frio, como, também, para todo o Brasil.

Tchello d' Barros e o troféu MOSQUITÃO - 2018





domingo, 11 de março de 2018

Dada a largada para o troféu Mosquitão. 10 anos de Cine Mosquito e o Varal do Beijo!

Uma equipe com ares renovados, cada vez mais presente para fazer do
cineclubismo local, um exercício de renovação de energias criativas.
O Cine Mosquito começou o ano, no dia 08 de março, fazendo um belo evento em homenagem ao dia das mulheres e dando a largada para o Troféu Mosquitão - 2018. Um prêmio de cineclubismo para os melhores filmes exibidos desde 2008. Um ano que se inicia com a força do número 8, e promete levar adiante este sonho tão bonito que a cidade de Cabo Frio acolheu tão bem, com seu público generoso e participativo.
O Cine Mosquito 74, apesar da forte chuva, registrou casa lotada e mostrou bastante interesse no público local, em levar adiante seu sonho de fazer do cinema local, uma forte energia da juventude que produz sem parar. São realizadores e sonhadores, dispostos a dar o melhor de si, para não deixar morrer a chama acesa do cine mosquito, despertado a 10 anos atrás.
Hoje, o cine clube mais tradicional de Cabo Frio, com 10 anos de exibição ininterrupta, faz seu rito de passagem, para se afirmar, definitivamente, como uma point de realização cinematográfica da nova geração local. Um esforço que só pode ser medido pela determinação de quem faz e de quem valoriza nossas artes locais, sem se fechar para o que vem de fora. Fora ou dentro, são todos muito bem vindos.

Faça chuva ou faça sol, o Cine Mosquito mantém a fidelidade de seu público
que não deixa a peteca cair, mesmo num dia de chuva.
UM VARAL DE MUITAS SURPRESAS E ARTES.

Desde que surgiu, em 2013, nos bastidores do OFICENA - Curso Livre de Teatro de Cabo Frio, o "Varal do Beijo" começou apenas com a intenção de mostrar os trabalhos de estudantes de teatro, que gostavam de desenhar e pintar. Foi uma iniciativa quase tímida da jovem Nathally Amariá.  Ela se aproximava das pessoas e perguntava se queriam pendurar alguma arte para mostrar para o público, hoje, 06 anos depois, o "Varal do Beijo" é uma sensação na cidade. Atrai novos artistas e contribui para a renovação das artes visuais local. 


Com a expressão artística muito intensa, o Varal do Beijo, completará 04 anos
de parceria com o Cine Mosquito. Muita arte, muitas descobertas...
*
Nathally Amariá no trabalho de manusear e escolher obras 
de arte com o carinho de quem ama o que faz e prestigia os 
artistas locais.  Foto: Jidduks
A ideia foi ganhando força e ficando cada vez mais sofisticada, ao ponto de, quando não tinha, alguém, sugeria fazer rapidamente, nem que fosse pra constar. Aos poucos a ideia foi pegando. Os artistas visuais foram aparecendo, para dar corpo e energia ao novo espaço para exposições alternativas e itinerante de Cabo Frio.
No final de 2014, o "Varal" começou a ser esticado sempre que tinha uma sessão do Cine Mosquito, no início, na Casa Scliar, que tem um imenso corredor, quase um túnel, por onde era possível esticar uma bela corta, preder com grampos e encher de obras de arte. Os artistas da cidade foram ficando mais interessados e começaram a trazer seus trabalhos de forma mais regular, sempre tinha alguém querendo participar daquele acontecimento artístico, e, com o passar do tempo, Nathally percebeu que tinha uma grande "questão de arte", nas mãos. Um suporte para exposição, uma forma de ampliar e juntar forças com novos e velhos artistas da cidade.
O compromisso com o varal se consolidou quando a jovem resolveu estudar Artes Visuais na UNOPAR, curso que irá concluir em 2018. O percurso pela faculdade de artes lhe ofereceu não só, uma ampliação no olhar, mas também, um mergulho profundo no fazer artístico e, aos poucos, deslocou parte de sua atividade artística para "cuidar" dos artistas visuais de Cabo Frio e região, principalmente os de sua geração, para oferecer a todos, uma singela interlocução entre seu trabalho e o público. Ela passou a executar essa atividade com frequência, no "Cine Mosquito", um cineclube peculiar, que completa 10 anos em 2018 e que é o principal acolhedor do "Varal do Beijo".
Foi durante as sessões de cineclubismo que as idéias floresceram, até surgir um forte impulso em colocar, de forma mais agressiva, os artistas para expor, não só em coletivas, mas também, em individuais. A ideia floresceu em março de 2016, o primeiro Cine Mosquito realizado no espaço USINA4, lugar que acolheu com vigor, todo o esplendor criativo e ousado da jovem cabofriense, que, tinha então, 21 anos de idade. 
Hoje, o Varal do Beijo, com 4 aos de existência, promete fazer muito mais pela arte, expondo artistas que queiram aceitar o desafio de mostrar sua arte num varal que é a cara da cidade. Simples mas sofisticado, atraente para olhares atentos, gulosos e apaixonados por arte. Um encontro que faz do desenho e a pintura, uma energia a mais para ser compartilhada com os amantes da arte.
O Varal artístico é uma velha tradição medieval das artes, surgiu muito antes dos salões de exposições, era uma forma da arte ganhar as praças e chegar até as populações, em feiras de objetos e comestíveis. Sua história remonta a velha china e hoje é uma ideia difundida no mundo todo, espaço que facilita o trânsito do olhar e ajuda a construir um painel narrativo e visual da vida artística dos nossos dias.

*

Acompanhe abaixo, os artistas que ganharam exposições individuais no "Varal do Beijo" e, se você é artista e está lendo esta matéria, não deixe sua arte criando poeira em casa, exponha, mostre seu trabalho e deixe a vida acontecer, no olhar das pessoas que amam a arte. Você pode ajudar a contar essa história, basta criar coragem e sair do anonimato.
SUA ARTE PODE VIRAR BEIJO!


Átila Jorge.


Atila Jorge, desenhos de artistas e nus, no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 69, 73 e no "Clube do Teatro Terceira Edição" foto: Jidduks e Ricardo Schmith.
Layla e Nina.
Layla e Nina, "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 66. Irmãs com traços diferentes, numa poesia que
encontra a essência visual de cada uma delas.
Foto: Jidduks
Lorena Benevenuto.
lorena Benevenuto, alem de expor no "Varal do Beijo", quando ainda era uma ideia em exercício, foi uma das principais
divulgadora do conceito perante os artistas da cidade, até fazer sua individual no Cine Mosquito 61, em 2016.
Foto: Jidduks
Jiddu Saldanha.
Jiddu Saldanha - Foi convidado para as primeiras coletivas do "Varal do Beijo" e no Cine Mosquito 68, ganhou sua primeira
individual. Foto: Nathally e Marcos Souza.
Brena Lima.

Brena Lima, investigando o nu feminino, exposição no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 72. Foto: Ricardo Schmith
Marcelo Tosta.
Marcelo Tosta ganhou uma individual no "Varal do Beijo" do FesTSolos IV, em 2017, com otima visualização de seu trabalho tocante. Foto: Jidduks.

Rapha Ferreira.





Rapha ferreira, artista contundente, teve sua estréia no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 60. É também um pioneiro,
sempre expôs, quando ainda eram coletivas. Foto: Jidduks
Rico Coutinho.
Rico Coutinho, impessionou, no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 71 - Foto: Jidduks
Tainá Alves.
Tainá Alves, puro encantamento e muita expressão de arte no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 63.

Sanderson Lucas.

Sanderson Lucas e sua arte "psicodelizada" no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 65. Foto: Jidduks
Curta este vídeo feito pelo projeto cinema possível, sobre o Sanderson.


Jiddu Saldanha - Blogueiro - Cabo Frio - 2017.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Mímica de Filme - Uma brincadeira que faz muita gente feliz.

Laura Moreira, presença fiel no Cine Mosquito, e muitos momentos de
brincadeira onde a Mímica de Filme é a melhor tirada - Foto: Arquivo.
Quem quiser falar de cinema de uma forma inusitada, tem um espaço só para isso. O Cine Mosquito, desde sua fundação, em 2008, preserva uma das mais divertidas brincadeiras culturais: "mímica de filme". Impossível mapear quando esta brincadeira surgiu no imaginário mundial da arte, o fato é que ela está diretamente ligada a cinema e talvez tenha a ver com os primórdios, quando ainda era mudo. Pessoas de diversas gerações da cidade de Cabo Frio, já subiram no palco para se divertir no jogo de adivinhação que, além de ampliar a cultura cinematográfica da plateia, cria um espírito de aproximação, tornando todos mais próximos, quebrando timidez e gerando amizades novas.

Por exemplo, em 2010, na escola municipal Brigadeiro Faria Lima, no Rio de Janeiro, o Cine Mosquito levou sua sessão para jovens de ensino médio, e viveu um grande momento através da "Mimica de Filme" que já consolidava como uma tradição dentro das sessões cineclubistas.

Escola Municipal Brigadeiro Faria Lima, 2010 - Foto: Divulgação

Em Cabo Frio, quando o Cine Mosquito ainda era um evento que circulava pela cidade, a edição 38
aconteceu no bairro Jardim Esperança, onde a mímica de filme foi amplamente difundida com aparticipação de crianças. Foi um momento inesquecível.
Cine Mosquito 38, no Jardim Esperança, bairro de Cabo Frio. Foto: Jidduks
No Cine Mosquito 52, na Casa Scliar, o jovem Paulo Hugo, ator bonequeiro e músico, mostra
sua habilidade com a adivinhação de mímica de filme. Momento inesquecível.

Paulo Hugo, fotografado por Manuela Ellon.

Atualmente, na casa de cultura USIN4, muitos jovens revesam no palco para viver esta brincadeira inesquecível e rica, e que já faz parte da cultura cineclubista brasileira.

Rodrigo Cintra - Mímica de Filme

Laryssa Rodrigues - Mímica de Filme.




Jiddu Saldaha e Mímica de Filme! Gif
de Mário Sales.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Cineclubismo - Nossa identidade cultural é nosso PASSAPORTE!

As "Iluminadas" Layla e Nina chamam você
para o Cine Mosquito 73 - Foto: Jidduks
PRONTO PARA ENTRAR NO SEU DÉCIMO ANO DE EXISTÊNCIA, CINE MOSQUITO SE DESPEDE DE 2017 RUMO A 2018!!!

*
Foi uma longa aventura fazer cineclubismo em 2017. Muitas crises assolando o país. Notícias de corrupção pra todo lado, o dinheiro desaparecendo do mercado como numa cartola mágica ou numa cena de filme de ficção científica, mesmo assim, não paramos. Fizemos uma sessão por mês, seguindo todo nosso ritual para com o público fiel e renovado que sempre nos prestigia. Agora, fechamos o ano com o Cine Mosquito 73. Muita energia positiva e alguns filmes novidades na cartola. Será uma programação especial, com muita poesia, mímica de filme a presença de novos realizadores da cidade.
Chegamos até aqui, agora é preparar o caminho para 2018 com a entrega do prêmio MOSQUITÃO DE OURO - 10 ANOS DE CINECLUBISMO EM CABO FRIO. Fique atento, chame os amigos e prestigie o cinema nacional e local, nossa identidade cultural e nosso passaporte.

o Cine Clube mais antigo de Cabo Frio, desde 2008 sem nunca interromper sua programação, sobreviveu à tempestades e
hoje, acontece no espaço USIN4! Foto: Jidduks

14 DE DEZEMBRO DE 2017 - CINE MOSQUITO 73
Último Cine Mosquito de 2017 - Ano que vem completamos 10 anos de existência.

A atual equipe do Cine Mosquito é formada Por: Jiddu Saldanha - curador e fundador, Nathally Aamariá - produção e programação,  Celso Guimarães Jr  e Nadir Pires, animação e apresentação, Jean Monteiro - projecionista, Christianne Rothier, curadoria de Filmes Indígenas da mostra Xavante.
Nossos agradecimentos: TRIBAL, Espaço Usina 4, Oficena - Curso Livre de Teatro do Teatro Municipal de Cabo Frio, TCC - Teatro Cabofriense de Comédia, Projeto Cinema Possível, O Beijo que Virou Arte e Clube do Teatro, FUNAI e projeto Vídeo nas Aldeias.
Curta também nosso Varal do Beijo com a presença dos convidados:...
Além de exibição de audiovisual, TV e Cinema. Temos sempre nossas ações recreativas como, Mímica de Filme, Contação de Filmes, Poesia, exibição de fotografias da história do Cine Mosquito.
E na abertura de hoje, a 4ª Mostra de Filmes Xavante. Sempre com a exibição de um filme indígena, que já é uma tradição, mantida já a 2 anos, neste evento.

PROGRAMAÇÃO 73 - FILMES

Hoje é a QUARTA MOSTRA ESPECIAL XAVANTE - Sempre um filme sobre a Nação Xavante, em parceria com a FUNAI, ESPAÇO AROEIRA E BLOG O INTEIRO AMBIENTE.
***
FILME INDÍGENA -  A Terra Nunca Termina-  14:57min.
Direção: Marcelo Bichara

ANIMAÇÃO - A Última Reunião Dançante - 12:43
Direção: Lisandro Santos
QUANTAS AVES MARIAS  - 03:00min.
Direção: Tchello D'Barros

CONHECINEMA - 16:00min.
Direção: Yandra Lopes

INTERVALO

Palco Aberto - POESIA
Poesia Rap - Lívia
Performance Punk Rock - Criso.

To Plutona 04:36Min.
Direção: Milton Alencar Jr.

333 - Duração 11:40Min.
Direção: Felipe Martins

O FLORISTA -  18:03 min.
Direção: Filipi Silveira

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Cine Mosquito 72 - Vem aí mais uma seleção de filmes inesquecíveis.

Tchello D'Barros e seu cinema de poesia, a vanguarda
da poesia contemporânea brasileira.
O Penúltimo Cine Mosquito de 2017 traz muitas surpresas para você curtir. Um deles é o filme "Crime de Honra" de Vínícius de Oliveira, uma tremenda paulada no cérebro. Crítico, um filme que fala do machismo brasileiro, que passa de geração a geração, quase que imutável. Outro filme incrível é um repeteco impagável, o profundo "Efeito Casimiro", de Clarisse Saliby, filme que conta uma história incrível, ocorrida na cidade de Casimiro de Abreu, em 1980; uma reflexão sobre a ditadura militar, tendo como pano de fundo, a ufologia, um assunto controverso e que tem seguidores pelo mundo afora.
Outra grande novidade são os filmes poético de Tchello D'Barros, "Evanescência" e "Devorável", duas belas obras, curtíssimas e que mostram a pegada de um dos mais emblemáticos poetas de vanguarda, brasileiro. Outro filme que arrebatou fãs no  10º Curta Cabo Frio é o intrigante "Deusa", um filme arrebatador, dirigido por Bruna Callegari, com uma mão firme, a voz feminina do cinema, hoje no brasil, e que trás uma reflexão profunda sobre a busca da libertação da sociedade de semiescravidão que aprisiona nossos sonhos mais profundos.
Enfim, com alguns filmes muito importantes o Cine Mosquito começa a fazer o seu grande inventário de 2017, preparando para o dezembro, sua despedida de 2017 para começar os preparativos para 2018 onde completará 10 anos de existência, entregando o prêmio MOSQUITÃO, para os filmes exibidos no mais antigo e duradouro Cineclube da belíssima cidade de balneária de Cabo Frio.
Outra grande oportunidade oferecida pelo Cine Mosquito é 3ª Mostra de Filmes Indígenas - Xavante. Um grande sucesso e uma marca registrada do nosso Cine Clube, que exibe filmes indígenas desde 2015, continuadamente. Até hoje foram mais de 30 filmes do gênero, feito tanto por cineastas brancos, quanto índio.

PROGRAMAÇÃO 72 - FILMES

Hoje é a terceira MOSTRA ESPECIAL XAVANTE - Sempre um filme sobre a Nação Xavante, em parceria com a FUNAI, ESPAÇO AROEIRA E BLOG O INTEIRO AMBIENTE.
***
FIlME INDÍGENA -  Homem Branco em  MARÂIWATSEDE-  12:50min.
Direção: Marcelo Bichara

EVANESCÊNCIA - 04:04
Direção: Tchello D'Barros
.
QUILOMBO  - 13:39min.
Direção: Cristina Ortega e Fred Furtado

EFEITO CASIMIRO - 15:11min.
Direção: Clarisse Saliby

INTERVALO

CURTA TEATRAL
VERTIGEM - Duração 12Min.
Direção: Mário Salles

DEVORÁVEL - 01:59min.
Direção: Tchello D'Barros

DEUSA -  17:53 min.
Direção: Bruna Callegari

CRIME DE HONRA - 16:31min.
Direção: Vinicius de Oliveira